sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Que tal reforçar o assunto tabela periódica por meio de um jogo educativo 
super divertido? Isso mesmo, você pode aprender um pouco mais do assunto 
ao testar seus conhecimentos por meio do Jogo das adivinhas da Tabela Periódica, 
encontrado no site Nautilus. 
Link do jogo: http://nautilus.fis.uc.pt/cec/jogostp/ 

  • Neste jogo o jogador tem que adivinhar qual é o elemento químico relacionado 
  • com cada quadra;
  • selecionando o elemento correto. Se errar é aplicado uma penalização temporal;
  • Deve-se prestar atenção a contagem parcial que aparece entre as adivinhas.
  • Ganha quem conseguir o menor tempo no final.
Divirta-se, e até a proxima dica!

Interface do jogo das adivinhas da tabela periódica.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Olá galera, vamos conhecer um pouco sobre a história da química contada por suas descobertas, através de um vídeo super didático e educativo. Você irá voltar no tempo e conhecer a incrível história de como surgiram os primeiros indícios da química na vida do ser humano, desde a pré-história até os dias atuais. E é claro irá dar umas boas gargalhadas com a galera da viagem de Kemi.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Propriedades Físicas da Matéria

Objetivos:


Entender:
  • Os estados físicos da matéria;
  • As mudanças de estado físico da matéria;
  • Ponto de Fusão (PE) e ponto de Ebulição (PE),
  • A utilização de um software sobre os estados físicos da matéria para melhor compreensão do assunto.

Fundamentação teórica

Figura 1- Mudanças de estados físicos da matéria 

Existem três estados físicos da matéria podendo ser encontrados na natureza como sólido, líquido e gasoso. Sendo exemplos desses três estados respectivamente: as calotas polares, os rios e as nuvens. Entre eles podem acontecer algumas mudanças em seus estados físicos, sendo elas: Fusão; Vaporização (evaporação, ebulição e calefação); Liquefação ou condensação, Solidificação e a Sublimação (ressublimação).
Na passagem do estado sólido para o líquido ocorre uma mudança denominada de Fusão e o inverso chama-se Solidificação. Do estado líquido para o gasoso temos a Vaporização, que se classifica em outras três passagens (evaporação, ebulição e calefação); e o inverso dessa passagem é a Liquefação ou Condensação. Tem-se também a Sublimação que é a passagem do estado sólido diretamente para o gasoso e a Ressublimação que trata-se da passagem inversa.
A matéria também apresenta Ponto de Fusão (PE) e Ponto de Ebulição (PE). Entende-se por ponto de fusão a temperatura em que uma substância passa do estado sólido passa o estado líquido, e por ponto de ebulição a temperatura em que uma substância líquida passa para o estado gasoso, à determinada pressão. Por exemplo, a água pura passa do estado sólido para o estado líquido, sob pressão de 1 atm, à temperatura de 0 ºC. Diz-se assim que o Ponto de Fusão da água pura é 0 ºC. Já essa água pura passa do estado líquido para o estado gasoso, sob a mesma pressão, à temperatura de 100 ºC. Diz-se assim que o Ponto de Ebulição da água pura é 100 ºC.
O ponto de fusão de uma substância, a uma determinada pressão, é um valor constante, fator característico de uma substância pura, e por isso a sua determinação constitui um dos métodos pelo qual pode-se calcular o grau de pureza desta substância. Com isto, se ao determinamos o ponto de fusão de uma substância que pensamos ser pura e durante a sua fusão existirem variações de temperatura superiores a 1°C, essa substância não pode ser considerada uma substância pura.
Já o ponto de ebulição não tem a mesma importância para a caracterização ou como critério de pureza de uma substância, mas tal como no ponto de fusão quando se determina o ponto de ebulição de uma substância pura não é admissível que surjam variações na temperatura superiores a 1°C, caso ocorra, teremos então uma mistura.
Nas famílias da tabela periódica ocorre um aumento nos pontos de fusão e ebulição de cima para baixo, exceto nas famílias 1A e 2A, que é de baixo para cima. Nos períodos, esse aumento se dá das laterais para o centro, o que pode ser visto na Figura 2.
Figura 2- Variação nos PE e PF nas famílias na tabela periódica


Pode-se notar na Figura 2 um destaque dado aos elementos Tungstênio (W) e Carbono (C). Isto se deve ao fato de “o elemento metálico de maior ponto de fusão ser o Tungstênio, cujo valor é 3.410 ºC. O carbono, pela sua posição, deveria ter ponto de fusão baixo, entretanto, a variedade grafite, que é uma estrutura com átomos encadeados e fortemente ligados, apresenta ponto de fusão bastante alto, de 3.727 ºC”2.


Dica de Hoje: (Aplicação Prática da aula)

Software Estados físicos da matéria básico, o software aborda os seguintes tópicos:
  • Estados da Matéria
  • Átomos
  • Moléculas 

Ele permite que esquente, resfrie e comprima átomos e moléculas e veja como eles passam de um estado físico para outro.

Alguns Objetivos de Aprendizagem 

  • Descrever as características dos três estados da matéria: sólido, líquido e gás;
  • Predizer como variações de temperatura ou pressão mudam o comportamento das partículas;
  • Comparar partículas em três diferentes fases;
  • Explicar congelamento e fusão em nível molecular,
  • Reconhecer que diferentes substâncias têm propriedades diferentes, incluindo temperaturas de fusão, congelamento e ebulição.


Figura 3- Imagem do simulador, moléculas dos estados sólido, líquido e gasoso

Observa-se que no estado sólido as moléculas estão bastante agregadas, no estado líquido as moléculas estão próximas umas das outras e no estado gasoso as moléculas estão afastadas umas das outras.

Como ter acesso ao software de simulação?

1º Passo: Baixar a plataforma Java

Endereço de como baixar a plataforma Java: (caso já tenha baixado e instalado o Java, desconsidere este passo).

2º Passo: Entrar no PhET e fazer o seu registro (caso já tenha feito o registro, desconsidere este passo).
Endereço da plataforma PhET:

3° Passo: Baixar o software de simulação               
Endereço do software de simulação dos estados físicos da matéria na plataforma PhET:

Referências
FELTRE, Ricardo. Química Geral. -6. ed. São Paulo: Moderna, 2004.

PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. do. Química na abordagem do cotidiano. 4 ed. Moderna. São Paulo, 2006.

Ponto de fusão e ebulição. Disponível em: http://www.infoescola.com/fisico-quimica/pontos-de-fusao-e-ebulicao/>. Acesso em:  28 mar. 2016

Autores:

Alunos e bolsistas do PIBID (Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) na Escola Estadual de Ensino Médio Abraão Simão Jatene no município de Cametá/PA.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Modelos Atômicos de Thomson e Rutherford

  • Objetivos:
Entender o conceito dos modelos atômicos de Thomson e Rutherford
  • Fundamentação teórica:


1.   Conceito do modelo atômico de Thomson
 
J.J.Thomson

Em 1897, o cientista inglês Joseph John Thomson, concluiu através de experiências feitas com o tubo de raios catódicos, que esses raios, são na verdade, constituídos pelo fluxo de partículas menores que o átomo e dotados de cargas elétrica negativas. Estava descoberta a partícula que chamamos de elétrons, essa descoberta indicava que um átomo não é indivisível como imaginavam os filósofos gregos ou como sugeria o modelo de Dalton.

Experimento com raios catódicos


Havia a necessidade de um novo modelo e foi J.J. Thomson quem o propôs. O átomo segundo ele, deveria ser formado por uma esfera de carga elétrica positiva, possuindo elétrons anexos. Assim, a carga elétrica total de um átomo seria nula, pois a carga negativa dos elétrons compensaria a carga positiva da esfera que os contém. Esse modelo é conhecido como pudim de passas.

Modelo atômico de Rutherford

OBS: Diferente de Dalton, para Thomson o átomo possuía massa positiva cheia de cargas negativas, o átomo sendo eletricamente carregado.

2.   Conceito do modelo atômico de Rutherford

Ernest Rutherford

Ernest Rutherford, cientista nascido na Nova Zelândia, realizou em 1911 um experimento que conseguiu descartar de vez o modelo atômico de esfera rígida.
O raciocínio de Rutherford foi relativamente simples. Imagine que alguém atirasse com uma metralhadora num caixote de madeira fechado cujo conteúdo fosse desconhecido. Se as balas ricocheteassem, não atravessando o caixote, concluiríamos que dentro dele deveria haver algum material como concreto ou ferro maciço. Mas, se as balas não o atravessassem, chegaríamos à conclusão de que ele estaria vazio ou então de que conteria materiais menos densos, como algodão, serragem ou similares.
Porém, se parte das balas passassem e parte ricocheteasse, concluiríamos que materiais dos dois tipos estariam presentes dentro do caixote. Quanto mais balas o atravessassem, menos material muito denso deveria existir em seu interior.
É óbvio que para descobrir o que há dentro de um caixote seria mais sensato abri-lo e olhar seu interior em vez de atirar nele. Por sua vez, com o átomo não acontece o mesmo, já que não é possível enxergá-lo ou manipula-lo individualmente como fazemos com objetos macroscópicos. Nesse caso, faz sentido “atirar” nele para tentar descobrir algo sobre estrutura interna.
Rutherford atirou numa finíssima folha de ouro, cuja espessura se estima em torno de trezentos ou trezentos e cinquenta átomos. Esses átomos enfileirados correspondem a cerca de 0,00001 cm! A “metralhadora” usada por ele lançava pequenas partículas portadoras de carga elétrica positiva chamada de partícula alfa.
Para saber se essas “balas” atravessavam em linha reta ou eram desviadas ele usou uma tela feita com um material apropriado (fluorescente) que emite uma luminosidade instantânea quando atingida por uma partícula alfa.

Esquematização do experimento feito por Rutherford

A experiência mostrou que a grande maioria das partículas alfa atravessava a folha em linha reta, apenas algumas poucas eram desviadas de sua trajetória.
O experimento permitiu a Rutherford concluir que:
  •   O átomo não é maciço, apresentando mais espaço vazio do que preenchido;
  •    A maior parte do átomo se encontra em uma pequena região central (que chamaremos de núcleo) dotada de carga positiva, onde estão os prótons (as partículas alfa de carga positiva que chegam próximo ao núcleo também positivo eram desviados repulsão elétrica);
  •  Na região ao redor do núcleo (que chamaremos de eletrosfera) estão os elétrons, muito mais leves (1.836 vezes) que os prótons;
  •  A contagem do número de partículas que atravessavam e que eram desviadas, repelidas pela carga positiva do núcleo, permitiu fazer uma estimativa de que o raio de um átomo de ouro (núcleo e eletrosfera) é cerca de dez mil a cem mil vezes maior que o raio do núcleo.

  • Dica de Hoje: (Aplicação Prática da aula)
Software de simulação Espalhamento de Rutherford, o software aborda os seguintes tópicos:

Tópicos:
  • Mecânica Quântica
  •   Núcleos Atômicos
  •   Estrutura Atômica
  • Átomos
  •  Partículas Alfa
  • Cargas Elétricas
  •  Força Elétrica
  • Espalhamento de Rutherford
  • Modelo Pudim de Passas 
          Descrição
Como Rutherford descobriu a estrutura do núcleo atômico sem poder enxergar o átomo? Simule o famoso experimento em que ele desmentiu o modelo do átomo de pudim de passas, observando partículas alfa jogadas contra átomos e determinando que eles deveriam ter um núcleo pequeno.

Alguns Objetivos de Aprendizagem           
  • Descrever a diferença qualitativa entre o espalhamento por núcleo carregado positivamente e átomo pudim de passas eletricamente neutro
  • Para o núcleo carregado, descrever qualitativamente como ângulo de deflexão depende: da energia da partícula incidente, do parâmetro de impacto e da carga do alvo.
              

Imagem do software de simulação espalhamento de Rutherford.
Imagem do software de simulação do experimento em que ele desmentiu o modelo do átomo de pudim de passas.



  • Como ter acesso ao software de simulação?

1º Passo: Baixar a plataforma Java

Endereço de como baixar a plataforma Java: 


2º Passo: Entrar no PhET e fazer o seu registro Endereço da plataforma PhET:

3° Passo: Baixar o software de simulação
Endereço do software de simulação Espalhamento de Rutherford na plataforma PhET:
  

Referências

PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. do. Química na abordagem do cotidiano. 4 ed. Moderna. São Paulo, 2006.



Autores: 

(Alunos)
Elber Mendes Gonçalves
Mário de Jesus Teles
Natalina Melo Barra
Rayara Quaresma Pinheiro
Viviane Wanzeler Leão
(Bolsistas PIBID)
Claudio Farias de Almeida Júnior
Laciene Alves Melo
Loyde Mendes Gonçalves